quinta-feira, 23 de maio de 2019

Jorna Entrevista - A.C.Meyer


Quinta-feira é dia de JornaEntrevista! E a convidada de hoje é uma autora muito especial, que tive o privilégio de conhecer pessoalmente e sempre é muito carinhosa conosco do Jorna, e tinha que estar aqui nesse quadro por conta das suas obras maravilhosas. Hoje é dia de conhecer um pouco mais da A.C.Meyer, autora dos livros O Tipo Certo de Garota Errada, Cadu e Mari além da série Par Perfeito.



O que foi determinante para você se tornar uma escritora?

Não diria que tive um acontecimento determinante para me tornar escritora... foi o resultado de uma tentativa de algo que eu não fazia ideia se conseguiria, associado com estudo, esforço e muita vontade de seguir em frente. Além disso, o apoio e incentivo dos leitores a cada passo do caminho foi e é essencial para continuar seguindo.

De onde vem a inspiração para escrever?

A inspiração vem da vida mesmo... pode vir de uma música, de um acontecimento, de um sonho, de uma conversa... tudo pode e é motivo de inspiração. 

Com quantos anos você começou a escrever e quais são os escritores que te inspiraram a ser uma escritora?

Comecei a escrever em 2013, com 32 anos e minha escrita é muito influenciada por autoras da comédia romântica: Emma Chase, Katie Ashley, Sophie Kinsella, Susan Mallery entre muitas outras.


É comum escritores terem bloqueios criativos,  isso acontece com você ? O que faz para superar essa barreira?


Acontece com todo mundo! É bem comum, no meu caso, ter um bloqueio quando estou na reta final de um livro... acho que fico triste por ter que me despedir daqueles personagens e tenho certa dificuldade em deixa-los ir... quando isso acontece, leio outras coisas, ouço música, assisto filme... tento me cercar de coisas que possam me ajudar a relaxar para conseguir deixar a história fluir. Outra boa opção é conversar (e muito) com a minha leitora beta (que é a minha melhor amiga) sobre a história, os acontecimentos que ainda serão narrados, os rumos para a história. Falar sobre a escrita pode ajudar a desembaraçar esses nós que às vezes nos pegam.


Os leitores são cheios de manias, como cheirar o livro antes de ler, marcar o livro combinando os marcadores e por aí vai... Você como escritora, tem alguma mania?

Ahhh, acho que não. Eu tenho uma preferência por escrever à noite, depois das 22h, quando a casa está mais silenciosa. Mas não tenho qualquer mania estranha.

De suas obras, qual o personagem que deu mais trabalho para escrever e qual é o seu favorito?

Considero que o nível de dificuldade seja igual para todos. Cada um tem sua característica e necessitaram do mesmo esforço da minha parte. Quanto a meu personagem favorito, não escondo de ninguém que a Malu, de O tipo certo de garota errada, é o meu xodó.

Como as redes sociais ajudam no seu trabalho como escritora?

É através delas que mantenho contato próximo com os leitores e divulgo meus trabalhos. Hoje, é essencial.

Quais orientações você daria para quem deseja seguir a mesma carreira?
Estude muito e escreva aquilo que você gostaria de ler, independentemente de gênero da moda ou coisas do tipo. Escreva muito e edite ainda mais (é a parte mais gostosa e mais importante do processo de escrita!). E leia muito!


Para finalizar recomenda aqui para os nossos seguidores, um livro que tenha te marcado bastante.

Eu adoro Marsha Mellow e eu, da Maria Beaumont. Leitura obrigatória para os fãs de comédia romântica!


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