quinta-feira, 16 de maio de 2019

#JornaEntrevista - Paula Ribeiro



Oi amores! Hoje começamos um novo quadro aqui no Jorna, ele vem  aproximar as autoras de nós leitores. Convidamos algumas autoras que já temos afinidade e contato, e toda quinta o encontro é marcado com vocês aqui no feed para conhecer uma nova autora e suas características. A convidada de hoje se tornou especial por ter sido nossa parceira, e sempre se mostrou disposta a ajudar no que fosse necessário. Conheçam um pouco mais da Paula Ribeiro! 



1. J: O que foi determinante para você se tornar uma escritora?

P: Acredito que o apoio que recebi ao longo dos anos. Tive muitos professores que me incentivaram, estudei em uma escola que promovia um concurso de poesias e crônicas que também funcionou como incentivo e tive muito apoio da minha família.

 
2. J: De onde vem a inspiração para escrever?

P: De todos os lados! Da minha vida, das pessoas que conheço, das pessoas que não conheço, das histórias que leio e assisto, dos meus sonhos, dos meus medos... Da vida, de tudo ao meu redor!


3. J: Os leitores são cheios de manias, como cheirar o livro antes de ler, marcar o livro combinando os marcadores e por aí vai... Você, como escritora, tem alguma mania?

P: Confesso que tenho algumas, rs. Como leitora, adoro cheirar livros, sou muito apegada à organização da minha estante e só marco os livros com marcadores apropriados (não dobro o canto das páginas e não uso as orelhas). Como autora, gosto de escrever ouvindo música. Em parte, inclusive, é por isso que o meu livro tem uma playlist.


4. J: De suas obras, qual o personagem que deu mais trabalho para escrever e qual é o seu favorito?

P: Que pergunta interessante! Nunca tinha parado para pensar nisso... Acho que nenhum personagem deu mais trabalho. Houve, porém, cenas específicas que deram mais trabalho para serem escritas, como cenas de conflito entre personagens.

Sobre a minha personagem favorita do livro, acredito que seja a Gisele, a protagonista. Adoro (quase?) todos os meus personagens, mas acho que ela acaba sendo a minha favorita. Somos parecidas em muitos aspectos e ela é uma menina muito especial.


5. J: Como as redes sociais ajudam no seu trabalho como escritora?

P: As redes sociais me ajudam muito a divulgar o meu trabalho! Por meio delas, estou sempre em contato com os leitores e consigo compartilhar opiniões sobre o livro, trechos, curiosidades e afins. Inclusive, fica a dica: me segue nas redes! É só procurar por @nossahistoriadavaumlivro!


6. J: Quais orientações você daria para quem deseja seguir a mesma carreira?

P: Bom, sou iniciante nesse universo, mas acredito que posso dar algumas dicas. Acho que boas orientações são escrever sobre o que você conhece, revisar muito o seu texto e ter paciência e dedicação para procurar o melhor jeito de promover o seu trabalho.


7. J: Para finalizar, recomenda aqui para os nossos seguidores um livro que tenha te marcado bastante.

P: Só um?! Vou escolher "Fazendo meu filme", da autora Paula Pimenta. Sou apaixonada por muitos livros e muitas histórias foram marcantes na minha vida, mas essa foi particularmente impactante. Me marcou demais, sou muito fã da série.



Agradecemos desde já a participação da fofa da Paula Ribeiro, e nós do Jorna desejamos todo sucesso do mundo para você ♥️

segunda-feira, 15 de abril de 2019

JornaConvida - O Regresso


Hoje nossa convidada do #JornaConvida é uma leitora voraz, sempre presente aqui no nosso perfil e vive compartilhando as melhores dicas de e-books, conheçam um pouco mais da @dani_cantionila e o livro que ela escolheu.



Oooi gente! Li o livro que irei indicar em 2016, e depois de ler mais de 500 livros após este, não consegui me esquecer, ele penetra no seu ser, a leitura te pega de jeito e não te solta mais. Como não leio muitos autores homens, ler esse livro foi intenso e mágico. Consegui sentir cada capitulo e tudo que essa mulher forte e doadora de amor foi capaz. Só de lembrar a emoção da leitura vem à tona. 

Beth Cardall tem um segredo. Durante dezoito anos, ela não teve escolha senão guardá-los para si, mas, na véspera do Natal de 2008, tudo isso está prestes a mudar.


Quando comecei a ler o livro, não imaginava o caminho que ele trilharia. Logo me apaixonei pela história e seus personagens. Beth é uma mulher forte que acha que tudo em sua vida está perfeito, ledo engano, quando ela descobre que seu marido a traía a meses, sua vida totalmente estrutura ruiu.

Aí você pode pensar: é só mais um entre tantos livros que falam sobre o mesmo tema, você se enganou caro leitor, vamos descobrindo os mistérios e surpresa junto com a protagonista da história, o que a faz única.

Trecho da história: "Enquanto estiver lendo minha história, hã algo que quero que compreenda. Apesar de todo o sofrimento - passado, presente e o que ainda virá - eu não teria feito nada diferente. Nem sequer trocaria por qualquer outra coisa o tempo que passei com ele - exceto por aquilo que, afinal, eu o troquei."

Resenha - O Jogo Mais Doce

O Jogo Mais Doce, volume 3 // J. Sterling // Faro Editorial



"Eu fora feita para ficar com ele, como as conchas na praia. Jack era a concha, em constante mudança e movimento, sendo lançado de lugar a lugar pelo fluxo e refluxo da maré de alguma coisa mais poderosa que ele."

Depois de dois volumes repletos de muitos obstáculos no caminho dos protagonistas Cassie e Jack, finalmente chegou a hora do tão esperado final feliz. Os dois passaram por muita coisa, momentos no qual briguei e torci pelo casal, mas agora casados juntos vão descobrir que o companheirismo e amor é capaz de transformar a relação.


Jack é um jogador de beisebol consolidado, sua relação com Cassie sua esposa é feliz, além de muito amor eles possuem uma química muito legal de acompanhar ao longo dos capítulos. Mas um imprevisto acaba ocorrendo com o jogador, complicando assim o casamento.


Desde o primeiro livro dessa trilogia, acompanhamos o quanto ele é apaixonado pelo que faz, e uma lesão acaba trazendo momentos de tensão e tristeza para vida do casal. A autora J. Sterling, é ótima em escrever bons dramas e a leitura te proporciona muitos suspiros e vários emoções, a relação do Jack e da Cassie ganha uma força que é lindo de acompanhar.

Adoro essa trilogia, acho que ela consegue manter a qualidade ao longo dos 3 volumes, quem gosta de romances com esportes, e cenas envolventes tenho certeza que vai adorar.


Leiam, divirtam se e até a próxima!
Elaine - @jornalizando

domingo, 14 de abril de 2019

Resenha - Até onde o amor alcança


Até onde o amor alcança // Júlio Hermann //Faro Editorial // Classificação: 4/5 ⭐⭐⭐⭐



"Um passo de cada vez. Um amor de cada vez. Todos depois do amor por mim mesmo. É isso que eu tento me dizer."


Com muita sensibilidade através de suas palavras, o autor nos entrega muitos sentimentos. Esse livro é repleto de textos tocantes, não somente para quem terminou um relacionamento, mas para todas as pessoas que gostam de compartilhar bons momentos, aquela pessoa capaz de estar com você em todos os momentos, que lhe traga coisas boas. Alguém que te dê esperança, e te faça ser capaz de se encontrar. É algo reflexivo sabe?


Até onde o amor alcança veio no primeiro pacote de parceria com a Faro Editorial, e meu primeiro contato com o @juliohermannn. Afirmo que toda a experiência foi muito boa, me peguei emocionada em diversas partes pela escrita sensível que o autor possui, suspirei e sorri em diversas partes do livro.



Também não posso deixar de destacar a qualidade da obra em si, a Faro Editorial se esmerou na qualidade editorial do livro. Uma diagramação maravilhosa, que ajudou a construir o clima gostoso da história com lindos desenhos e toda feita em tons de vermelho. O livro te proporciona uma leitura leve, gostosa e que a cada parte te deixa apaixonada.

Espero que tenha gostado e até a próxima
Elaine Lima - @jornalizando


segunda-feira, 1 de abril de 2019

[Filmes] - Capitã Marvel





Enfim a Marvel tem um filme de super heroína nos cinemas, Capitã Marvel veio para marcar a comemoração de 10 anos em grande estilo, o filme em si é muito bom e faz nós amantes dos filmes da Marvel descobrir muitas coisas do passado. Por exemplo, a relação da Capitã com Nick Fury, que rende ótimos diálogos e uma sintonia sem igual entre os atores. A interação com a amiga ex-combatente também rende ótimas cenas, que gerou para mim uma grande emoção.

Carol Danvers tem uma quantidade enorme de poder, que é aflorada com o elo do seu presente/passado, muito por conta do trabalho da atriz Brie Larson que consegue entregar uma ótima carga emocional. Algo bastante reforçado no filme, é que a personagem não vem para buscar guerras, mas sim para trazer paz e com esse gancho o filme finaliza com uma ponta de esperança.

O filme também traz informações bem legais para nós admiradores da Marvel, como por exemplo: como a iniciativa Vingadores foi criada, um pouco sobre o passado da Shield, e descobrimos que a linha do tempo da própria Marvel acaba sendo recriada. Capitã Marvel é um filme em si muito legal, mas ainda não é meu favorito da Marvel confesso que esperava um pouco mais.