"Ele pode não salvar o mundo nem usar uma capa, mas ele muda vidas. Ele sempre viveu cada dia como se fosse único. Ele sorri mesmo quando sente dor. Acredita no amor, na vida e em finais felizes. Ele acredita na família."
Logan e Alyssa não possuem nada em comum, porém um simples gesto da origem a uma grande amizade entre ambos. Os anos se passam e a amizade acaba se tornando uma atração incontrolável, mas uma tragédia é responsável por transformá-los para sempre.
Depois de ter me apaixonado pelo primeiro volume dessa série, fui com muita expectativa para esse livro e logo de cara me surpreendi com a carga dramática que possui a história.
A Brittainy possui uma escrita maravilhosa em todos os possíveis aspectos, a construção desses personagens para mim são os melhores de toda série. Logan, é aquele personagem que você acaba admirando, por passar por muito sofrimento principalmente no âmbito familiar e conseguir se reerguer, um dos personagens mais resiliente que já conheci.
A autora Brittainy se tornou uma daquelas autoras que compro os livros sem ao menos ler a sinopse, justamente pela maneira como ela consegue descrever o sentimento humano. Uma escrita leve, fluída que conquista nós leitores logo nos primeiros capítulos.
terça-feira, 30 de julho de 2019
Você se arrisca a conhecer novos autores?
Há alguns anos venho tentando descobrir autores nacionais que se encaixem nos gêneros que me agradem. Durante essa trajetória encontrei muitos incríveis, e hoje vim indicar 3 para vocês.
- Vitor Martins: com a proposta de apresentar um personagem totalmente diferente de tudo que havia lido, o autor me conquistou. Um Milhão de Finais Felizes foi meu primeiro contato com a temática LGBT, e foi maravilhoso! Lembro que me peguei refletindo sobre a história com muitos amigos, justamente por me identificar com a essência de muitos personagens. Sempre recomendo para quem busca uma história leve!
- Alexia Road: por conta do nosso perfil literário conheci a autora que na época estava lançando o livro "Os Paradigmas de Amy", abordando a violência doméstica e o relacionamento abusivo assuntos que mexem comigo. Lembro que logo depois a conheci na Bienal, comprei o livro e ao falar do assunto destaco o quão necessárias são autoras que abordem o tema e proporcionem discussões.
- Pam Gonçalves: sempre acompanhei a Pam como Youtuber, e ao saber que iria lançar seu primeiro livro animei. Minha experiência com "Boa Noite" foi surpreendente, o livro ganha uma força e fala de nós meninas e como podemos nos posicionar diante de muitas situações. Ainda é meu livro favorito dela, e foi capaz de quebrar alguns dos meus preconceitos.
E você qual novo autor você conheceu nesse ano?
Dicas de como aproveitar a Bienal do Rio
Ooooi amores!!
Um dos meus eventos prediletos finalmente está chegando e eu estou muito ansiosa!!! Minha trajetória com a na Bienal do Rio começou em 2017, me apaixonei tanto que irei voltar neste ano para mais uma edição.
Eu já estou marcando de conhecer muitas pessoas que converso aqui pelo Instagram. Estarei na Bienal do dia 05 ao 08, rodando loucamente pelos stands, pois sou daquelas que chega cedo e sai no lixo.
Um dos meus eventos prediletos finalmente está chegando e eu estou muito ansiosa!!! Minha trajetória com a na Bienal do Rio começou em 2017, me apaixonei tanto que irei voltar neste ano para mais uma edição.
O mais legal das Bienais é a imersão que você tem no universo da literatura, algo surreal que te deixa completamente empolgada. Porém acabei aprendendo algumas coisas que vou pontuar aqui neste post:
🔸Vai a Bienal? Se puder garanta seu ingresso antecipado, as filas são enormes para entrar e ter os ingressos em mãos facilita bastante.
🔸Está a procura de boas promoções? Pesquise bastante, vale a pena visitar os stands promocionais lá você sempre encontra aquele livro que faltava na sua coleção.
🔸Monte uma programação, eu fui sabendo quem eu queria ver em cada dia específico. Isso te ajuda bastante em relação a logística de qual stand, e em qual horário você deve estar.
🔸 Faça um kit sobrevivência, leve algo para beber e comer, lá dentro a parte de alimentação é sempre muito movimentada e os valores não são amistosos.
🔸 Divirta-se! Conheça novas pessoas, novos autores, aproveite as filas de autógrafos para fazer amizades. Essa troca é muito legal!
🔸Está a procura de boas promoções? Pesquise bastante, vale a pena visitar os stands promocionais lá você sempre encontra aquele livro que faltava na sua coleção.
🔸Monte uma programação, eu fui sabendo quem eu queria ver em cada dia específico. Isso te ajuda bastante em relação a logística de qual stand, e em qual horário você deve estar.
🔸 Faça um kit sobrevivência, leve algo para beber e comer, lá dentro a parte de alimentação é sempre muito movimentada e os valores não são amistosos.
🔸 Divirta-se! Conheça novas pessoas, novos autores, aproveite as filas de autógrafos para fazer amizades. Essa troca é muito legal!
Eu já estou marcando de conhecer muitas pessoas que converso aqui pelo Instagram. Estarei na Bienal do dia 05 ao 08, rodando loucamente pelos stands, pois sou daquelas que chega cedo e sai no lixo.
quinta-feira, 23 de maio de 2019
Jorna Entrevista - A.C.Meyer
Não diria que tive um acontecimento determinante para me tornar escritora... foi o resultado de uma tentativa de algo que eu não fazia ideia se conseguiria, associado com estudo, esforço e muita vontade de seguir em frente. Além disso, o apoio e incentivo dos leitores a cada passo do caminho foi e é essencial para continuar seguindo.
De onde vem a inspiração para escrever?
A inspiração vem da vida mesmo... pode vir de uma música, de um acontecimento, de um sonho, de uma conversa... tudo pode e é motivo de inspiração.
Com quantos anos você começou a escrever e quais são os escritores que te inspiraram a ser uma escritora?
Comecei a escrever em 2013, com 32 anos e minha escrita é muito influenciada por autoras da comédia romântica: Emma Chase, Katie Ashley, Sophie Kinsella, Susan Mallery entre muitas outras.
É comum escritores terem bloqueios criativos, isso acontece com você ? O que faz para superar essa barreira?
Acontece com todo mundo! É bem comum, no meu caso, ter um bloqueio quando estou na reta final de um livro... acho que fico triste por ter que me despedir daqueles personagens e tenho certa dificuldade em deixa-los ir... quando isso acontece, leio outras coisas, ouço música, assisto filme... tento me cercar de coisas que possam me ajudar a relaxar para conseguir deixar a história fluir. Outra boa opção é conversar (e muito) com a minha leitora beta (que é a minha melhor amiga) sobre a história, os acontecimentos que ainda serão narrados, os rumos para a história. Falar sobre a escrita pode ajudar a desembaraçar esses nós que às vezes nos pegam.
Os leitores são cheios de manias, como cheirar o livro antes de ler, marcar o livro combinando os marcadores e por aí vai... Você como escritora, tem alguma mania?
Ahhh, acho que não. Eu tenho uma preferência por escrever à noite, depois das 22h, quando a casa está mais silenciosa. Mas não tenho qualquer mania estranha.
De suas obras, qual o personagem que deu mais trabalho para escrever e qual é o seu favorito?
Considero que o nível de dificuldade seja igual para todos. Cada um tem sua característica e necessitaram do mesmo esforço da minha parte. Quanto a meu personagem favorito, não escondo de ninguém que a Malu, de O tipo certo de garota errada, é o meu xodó.
Como as redes sociais ajudam no seu trabalho como escritora?
É através delas que mantenho contato próximo com os leitores e divulgo meus trabalhos. Hoje, é essencial.
Quais orientações você daria para quem deseja seguir a mesma carreira?
Estude muito e escreva aquilo que você gostaria de ler, independentemente de gênero da moda ou coisas do tipo. Escreva muito e edite ainda mais (é a parte mais gostosa e mais importante do processo de escrita!). E leia muito!
Para finalizar recomenda aqui para os nossos seguidores, um livro que tenha te marcado bastante.
Eu adoro Marsha Mellow e eu, da Maria Beaumont. Leitura obrigatória para os fãs de comédia romântica!
quinta-feira, 16 de maio de 2019
#JornaEntrevista - Paula Ribeiro
Oi amores! Hoje começamos um novo quadro aqui no Jorna, ele vem aproximar as autoras de nós leitores. Convidamos algumas autoras que já temos afinidade e contato, e toda quinta o encontro é marcado com vocês aqui no feed para conhecer uma nova autora e suas características. A convidada de hoje se tornou especial por ter sido nossa parceira, e sempre se mostrou disposta a ajudar no que fosse necessário. Conheçam um pouco mais da Paula Ribeiro!
1. J: O que foi determinante para você se tornar uma escritora?
P: Acredito que o apoio que recebi ao longo dos anos. Tive muitos professores que me incentivaram, estudei em uma escola que promovia um concurso de poesias e crônicas que também funcionou como incentivo e tive muito apoio da minha família.
2. J: De onde vem a inspiração para escrever?
P: De todos os lados! Da minha vida, das pessoas que conheço, das pessoas que não conheço, das histórias que leio e assisto, dos meus sonhos, dos meus medos... Da vida, de tudo ao meu redor!
3. J: Os leitores são cheios de manias, como cheirar o livro antes de ler, marcar o livro combinando os marcadores e por aí vai... Você, como escritora, tem alguma mania?
P: Confesso que tenho algumas, rs. Como leitora, adoro cheirar livros, sou muito apegada à organização da minha estante e só marco os livros com marcadores apropriados (não dobro o canto das páginas e não uso as orelhas). Como autora, gosto de escrever ouvindo música. Em parte, inclusive, é por isso que o meu livro tem uma playlist.
4. J: De suas obras, qual o personagem que deu mais trabalho para escrever e qual é o seu favorito?
P: Que pergunta interessante! Nunca tinha parado para pensar nisso... Acho que nenhum personagem deu mais trabalho. Houve, porém, cenas específicas que deram mais trabalho para serem escritas, como cenas de conflito entre personagens.
Sobre a minha personagem favorita do livro, acredito que seja a Gisele, a protagonista. Adoro (quase?) todos os meus personagens, mas acho que ela acaba sendo a minha favorita. Somos parecidas em muitos aspectos e ela é uma menina muito especial.
5. J: Como as redes sociais ajudam no seu trabalho como escritora?
P: As redes sociais me ajudam muito a divulgar o meu trabalho! Por meio delas, estou sempre em contato com os leitores e consigo compartilhar opiniões sobre o livro, trechos, curiosidades e afins. Inclusive, fica a dica: me segue nas redes! É só procurar por @nossahistoriadavaumlivro!
6. J: Quais orientações você daria para quem deseja seguir a mesma carreira?
P: Bom, sou iniciante nesse universo, mas acredito que posso dar algumas dicas. Acho que boas orientações são escrever sobre o que você conhece, revisar muito o seu texto e ter paciência e dedicação para procurar o melhor jeito de promover o seu trabalho.
7. J: Para finalizar, recomenda aqui para os nossos seguidores um livro que tenha te marcado bastante.
P: Só um?! Vou escolher "Fazendo meu filme", da autora Paula Pimenta. Sou apaixonada por muitos livros e muitas histórias foram marcantes na minha vida, mas essa foi particularmente impactante. Me marcou demais, sou muito fã da série.
Agradecemos desde já a participação da fofa da Paula Ribeiro, e nós do Jorna desejamos todo sucesso do mundo para você ♥️
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